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sexta-feira, 28 de novembro de 2008

carpe diem!

do escrivaninha 32 Não tente compreender o místico sentido da vida. O sentido quem dá somos nós então apenas olhe-a e viva. Carpe diem quam minimum credula postero. Não faça de sua vida um fruto proibido que nunca será provado, que nunca será colhido. Colha-o antes da tempestade que pode chegar amanhã ou depois, não se sabe. Beba mais um gole antes que a vida evapore sem ao menos ter sentido o doce gosto que ela tem. “Gather your rosebuds while you may” Não espere o inverno chegar para só então ver o outono passar. Venha, vamos sair. Sair para ver o mundo e cantar o dia inteiro como se este fosse o último. Beba o último gole do doce vinho da vida o som do pôr do sol antes da última despedida. Vamos colher nossos botões de rosas enquanto o vento não os leva embora.

domingo, 23 de novembro de 2008

Lapa de quengo-marco di aurélio (poesia)

para ler essa ótima poesia saiba mais(ou se não sabe descubra!) sobre lampião neste link
SERTÃO DE POUCOS

Quem diria dizer saber andar dirá que o sertão é sertão em seu inteiro.

Quem foge constrói caminhos. Descobre brenhas que depois de vistas viram apenas rastros para criaturas de faro dentro de fardas vestes mandadas balas vestidas de cano comida que não vem e soldo à espera.

Lampião vivia morrendo morria vivendo e a descobrir vivia.

O descoberto estava morto caminho sem serventia depois de feito desgovernado depois de visto abandonado de novo uso.

Lampião gastou o sertão que ninguém melhor conhece e eu queria.

TRANSLATION